Na Gringa, Pogramas

Dois dias em Bangkok – Parte I

July 31, 2014

Chegar até Koh Phi Phi não é tarefa das mais fáceis. Primeiro é preciso chegar a Bangkok, geralmente passando por alguma capital européia e amargando (ou aproveitando) algumas horas de conexão, depois é hora de vir para o sul da Tailândia, voando ou de ônibus, e pegar mais duas horas de balsa até o destino final, a partir de Krabi ou Phuket. Por conta de toda essa odisséia, decidi passar dois dias na capital tailandesa antes de, finalmente, chegar na minha tão querida ilha. E também pra resolver algumas questões práticas, como tomar a vacina contra encefalite japonesa.

Mas vamos deixar de conversa e vem comigo que eu vou mostrar o que foi que eu fiz nesses primeiros dias tailandeses.

Chegada em Bangkok

Como essa seria minha terceira chegada na cidade não me preocupei em ter motorista me esperando com meu nome na plaquinha, coisa que costumo fazer quando chego a um lugar pela primeira vez e acho bastante confortante. Eu sei que é possível usar transporte público para ir do aeroporto à cidade, mas como eu estava com TODO o meu equipamento de mergulho na bagagem e o Skytrain não chega até à Chinatown, onde me hospedei, achei por bem pegar um táxi. Afinal, eu sou apenas o power ranger vermelho, não um daqueles deuses indianos com muitos braços. E também, colocando na ponta do lápis e fazendo a conversão pra real, não sai por muito mais de R$ 30,00, então acho que vale o agrado para si mesma – mochilar não é sinônimo de desconforto, como muita gente gosta de acreditar. Enfim, com isso tudo em mente saí caçando um táxi e descobri que a coisa agora está bem mais organizada do que em 2011; você vai até um guichê, dá o endereço, recebe um papel com o nome do motorista, a placa do carro e é encaminhado para um taxista, que também ganha uma cópia do papel. A corrida é cobrada no taxímetro e tem o acréscimo de 50 Baht por ser um táxi do aeroporto, na verdade a cobrança dessa taxa fica a critério do motorista mas eles sempre cobram. Além disso é necessário desembolsar mais 75 Baht de pedágio. Somando tudo, minha corrida ficou em 445,00 Baht, R$ 31,00.

recibo taxi Bangkok

O papel branco, atrás, é o que você recebe na hora em que contrata o taxi, já o azul é o recibo do pedágio.

Wat Po

Depois de estar devidamente instalada no Shanghai Mansion, resolvi revisitar um dos lugares que mais tinha gostado da outra vez, o Wat Po, que também é conhecido como o templo do Buda reclinado.

reclining buddhaBuda reclinado

Há outros templos no mesmo complexo, mas este é o mais famoso deles e não é difícil entender o porquê quando se olha para esta enorme estátua de 15m de altura e 43m de comprimento; ela é realmente impressionante. Ao longo do corredor em frente ao Buda há 108 tigelas de metal onde são depositadas doações para a manutenção do templo.

Mas, na minha opinião, o mais legal de tudo é a Traditional Thai Massage School, que fica no mesmo lugar. Foi aberta em 1955 e é a primeira escola de medicina tailandesa a ser aprovada pelo Real Ministério da Educação; hoje em dia eles oferecem cursos para formação de profissionais além das massagens em si. Uma hora de massagem custa 420,00 Baht, R$ 30,00, e você sai de lá com a sensação de ter ofendido profundamente a mãe do tailandês que te apertou com tanta força mas também parece estar pisando nas nuvens, tanto que eu até dormi no táxi enquanto voltava pro hotel.

royal thai massage

A entrada no Wat Pho custa 100,00 Baht e fica localizado na 2 Sanamchai Road, Grand Palace Subdistrict, Pranakorn District, Bangkok, bem em frente ao palácio real, outro passeio bem bacana mas que não repeti desta vez.

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